A música “Jeová Rafá” é uma ministração de cura, fruto do testemunho de um dos pastores da igreja, curado de uma doença grave.
as frases
da velhinha
   

 

A velhinha apresenta algumas das melhores frases jamais proferidas por goela humana
ou escritas em paredes, toalhas de papel, vidros sujos ou pés engessados.

 

 

Ruim por ruim, vota em mim!
Frase inscrita num muro de uma cidade do Nordeste Transmontano, em período de campanha eleitoral.

 

P´rá semana, vota Marrana!
Frase eleitoralista estrategicamente inscrita em grandes poios localizados à beira da estrada, na região da Serra da Estrela.

 

Eu roubo, mas faço!
Frase proferida pelo “perfeito” de uma terreola Brasileira, referindo-se à sua actividade de edil, autêntico programa político condensado em quatro palavras.

 

O povo de Santiais vive que nem animais.
Um natural de Santiais.

 

E os bois? Bimozi-os ou não bimozi-os?
Nativos de Vila do Bispo contemplando o horizonte em busca de uma manada (no decorrer das tradicionais largadas).

 

Quem vê caras não vê corações, a não ser que esteja em frente ao espelho com o coração nas mãos.
Fernando Mendonça, o “homem-frase”.

 

Isto é gado sem pastor.
Dona Mírzia, funcionária pública, referindo-se à Direcção de Serviços em que está integrada.

 

- O que é que quer dizer “Habilitações Literárias”?
- Deixa lá... se não sabes é porque não tens!

Objectiva e esclarecedora resposta dada por um mancebo a um colega de carteira, durante um teste psicotécnico efectuado nas inspecções militares.

 

Senhor Carlos Cruz, este é que é o nosso Cola-Cao!
Frase escrita no verso do rótulo de uma garrafa de vinho tinto, enviada todas as semanas, religiosamente, pelo “Grupo do Costa”, para o sorteio do Cola-Cao, efectuado no decorrer do concurso “Um, dois, três”.

 

- Ó Mourão, ajuda aí o meu primo!
- Ajuda o caralho! Eu preciso é que me ajudem a mim!

Resposta dada pelo Mourão (com bastantes pirolitos à mistura) ao pedido feito por um banhista situado em terra firme, ao ver o seu primo, o seu irmão e o referido Mourão a lutarem pela vida no traiçoeiro mar da Figueira da Foz.

 

O Sr. Tralhão manda dizer que não está e... para hoje, só se for amanhã!
Telefonista dos Móveis Tralhão.

 

Cette fachade a soissante metres de compriment!
Palavras proferidas por um funcionário de uma empresa do ramo automóvel, enquanto mostrava, ufano, o novo “stand” da empresa sediada em Coimbra, a um grupo de engenheiros franceses da Renault em visita ao nosso país.

 

Are you a pen?
Pergunta colocada de rompante por Zé Lemos a um sueco desprevenido, durante a sua visita à Suécia, no intuito de lhe pedir emprestada uma caneta. Recorde-se que Zé Lemos, funcionário da CP, foi um dia apanhado num comboio, com uma cabeleira postiça azul, a vender bilhetes para um concerto dos “Anthrax”.

 

Eu, se pudesse, substituía-vos a todos!
Frase proferida pelo Engº José Varandas, então treinador da equipa de râguebi do “Rugby Clube de Coimbra” (RCC), no decorrer do intervalo do jogo RCC - Grupo Desportivo da Moita.

 

Esse gajo só não vende a mãe porque a tem agarrada à cabeça!
Anónimo.

 

- Ó Maduro, então bateste na tua mãe?
- Não, levava-as eu!

Maduro, habitante de Bragança, depois de sovar a sua progenitora.

 

- Ó Maduro, que feio és!
- Não, eras tu!

Idem.

 

Três filhas, três noras, seis cadelas.
Dona Ana Alexandre, bisavó de Manteigas.