Dizem que há cerca de 7 000 espécies de plantas e 55 espécies de mamíferos nas densas florestas da Reserva Dzanga-Sangha e do Parque Nacional de Dzanga-Ndoki. Toda essa biodiversidade incomparável nos lembra a passagem bíblica: “Quantos são os teus trabalhos, ó Jeová! A todos eles fizeste em sabedoria. A terra está cheia das tuas produções (Salmo 104:24)".

o gato
da velhinha
   

 

 

O gato da velhinha Jeová, um bichano de sangue azul da mais fina estirpe, criado no seio da aristocracia inglesa, foi baptizado de Aguinaldo. Tal facto não o impede de utilizar o nome de Aguinaldieri durante as suas frequentes viagens a Itália e de responder pelo nome de família Archibald quando se encontra nas Ilhas Britânicas, onde gosta de passar largas temporadas.

Tem como pratos favoritos porcos em forma de fiambre e farinha Cerélac preparada com leite gordo, a 37º centígrados (98.6º F ou 310º K).

As suas maiores amigas (que frequentemente convida para um chá com um suspiro de leite) são três carismáticas gatas, de seu nome Peixoto, Peixotinho e Peixotíssimo.

Escapou ileso de quatro atropelamentos, mas desde então mia a gaguejar. Foi ainda vítima de uma aparatosa queda nas traseiras do frigorífico, onde deixou parte das partes baixas.

Defende de forma primorosa tudo o que for chutado na sua direcção: bonecos de peluche, bolas de ténis, chinelos, canivetes suíços, bolos de bacalhau, almôndegas... As suas estiradas fazem lembrar as do glorioso Marrafa, ex-guarda-redes da Académica de Coimbra, que apenas defendia bem quando estava ressacado.

Cultiva o salutar hábito de se emboscar atrás das portas, com o intuito de atacar as amigas da velhinha que mais se assemelhem a uma espinha de garoupa.